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Tudo que nós precisamos é de paz e amor!

É bom:
Cerva, blues, rock'n'roll, natureza, paz, tranquilidade e um monte de coisas mais.

O ruim:
Eu evito!

Nei Costa
neicosta12@hotmail.com

Passado:


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Sábado, Fevereiro 28, 2004

Essa é boa

Postado por Nei Costa, em 1:10 PM
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Sábado, Fevereiro 21, 2004

Carnaval
Início de mais um período festivo
começo de mais uma festa pagã
princípio de mais uma orgia cultural
Período festivo?
Festa pagã?
Orgia cultural?
As pessoas passam um ano na sua criação artística
elas passam um ano esperando os dias de festa
querem mostrar sua criatividade, a sua orgia pagã, a sua festa cultural
Elas se fantasiam
elas se confundem, não sabem se representam
não sabem se absorvem ou difundem sua cultura
Falam e cantam suas tradições
edificam grandes monstros bons
pleiteiam milagres hediondos.
As pessoas estão felizes
o trabalho do ano é apresentado
o Brasil é redescoberto.
Mas será que elas conhecem suas tradições?
será que fazem apologia da sua cultura?
ou será que durante o ano elas passam fome e vivem infelizes, esperando o período das festas, do paganismo cultural, da oscilação entre o bem e o mal e da incerteza se estão vivas ou se simplesmente vivem? Eu não sei!

Postado por Nei Costa, em 1:17 PM
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Viver
Para quê ler, se posso escrever.
para quê copiar, se posso criar
pata quê me influenciar, se posso...

Para quê dizer, se posso escutar
para quê tentar, se posso conseguir
para quê querer, se posso...

Para quê chorar, se posso sorrir
para quê fechar, se posso abrir
para quê ver, se posso...

Se posso ler, escrevo
se me influencio, copio
se falo, ouço
se tento, consigo

Se sou feliz,
posso estar triste
se choro, posso sorrir
se abro, tenho que fechar
se vejo...
Estou vivo!

Postado por Nei Costa, em 1:06 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004

Fome
Sonhei com comida mais uma vez. Ao meu lado alguns cocos de tucum e inaja. Parece até que os gongos sabem que dentro de mais alguns minutos eles vão se tornar o meu café da manhã. Fico imaginando qual a reação deles. - pô, será que esse cara não tem mais nada para comer? Desse jeito ele vai acabar com a nossa população regional em dias. Normalmente as pessoas têm nojo da gente, mas esse aí parece nos ter como prato preferido.
A situação estava crítica. Não sabia que dia era, mas acreditava que poderia encontrar o rio dentro de algumas horas. Os meus pensamentos estavam voltados apenas para comida. Dormia pensando num bom prato de arroz com feijão, bife e salada. Sonhava com uma bela macarronada e uma boa garrafa de vinho. Tinha pesadelos com um delicioso leitão assado e couve refogada. Quando estava acordado, minhas miragens eram ainda piores. Nhoque, salada de mostarda com couve flor e brócolis, churrasco de picanha e pelos menos umas dez grades de cerveja bem geladas à disposição. Na hora do almoço a decepção. Olhava para o lado e mirava novamente aqueles cocos de tucum e inaja. Os bichinhos começavam a gritar apavorados. Poucos minutos depois eles já estavam dentro da caneca, trêmulos à espera da morte. Era um alimento rico em proteínas e gordura. Tinha gosto de coco, não poderia ser diferente. Entre um sonho e a realidade, a vida. E eu precisava continuar a minha caminhada, pois não suportaria muitos dias aquela situação.
Debilitado pelas longas jornadas e pela ausência do alimento necessário para uma mínima manutenção do corpo, observava meus braços. Estavam cheios de arranhões e feridas. Notava alguns pequenos carrapatos grudados em algumas partes e sabia de onde eles vinham. Eu apanhava os cocos de tucum logo abaixo das palmeiras. Como os macacos comiam a carne das frutas e depois jogava os caroços no chão, com certeza alguns carrapatos também resolviam se alimentar de sangue novo, no caso o meu. Estava fraco, mas ainda não tinha desanimado. Sabia que em breve eu encontraria pelo menos uma pista para alcançar pessoas ou mesmo o rio.
Aquele dia foi marcado por muita meditação e reflexão. Pensei no início da viagem e como tudo começou. Tentei me culpar, mas acreditava que havia tomado a decisão mais sensata. Sair de Lethen numa caminhada com destino a Georgetown não era uma aventura que muitos enfrentariam. Eu não tive muitas opções e tentaria unir o útil ao pouco agradável.
Mesmo tentando encontrar uma saída, sabia que seria fundamental pensar. Não conseguiria encontrar nada que me salvasse se não usasse a cabeça. O problema é que o estômago estava pensando mais alto e por mais que eu tentasse não me saía da cabeça a tal de comida. Não estava preparado para enfrentar uma situação como aquela. Não tinha fósforos, isqueiros, facões (terçados), lonas de proteção contra a chuva, calçados e nem conhecia bem a flora para aproveitar o que ela pudesse me oferecer. Enfim, estava num mato sem cachorro, sem gato, sem destino e sem comida.
A esperança é um negócio engraçado. Ela não morre mesmo. Um dia encontrei um jaboti e resolvi levá-lo. Pensei comigo mesmo que quando encontrasse alguém aquele seria um prato forte e que me faria esquecer de comida por algumas horas. Só que o jaboti era um pouco pesado e eu não estava com força suficiente para carregá-lo muito tempo. Andei durante todo o dia e nem sinal, rastros ou qualquer forma de situação que me desse uma luz para chegar a algum lugar. À tarde armei a rede perto de um igarapé com pouca água e coloquei o jaboti no chão. Lavei o rosto, me espreguicei e quando procurei cadê a minha refeição? Tinha sumido como num passo de mágica, rápido como uma raposa, camuflado como um camaleão e bem mais esperto que eu. Então passei a pensar em como seria bom aquele prato. Um jaboti guisado e sarapatel dos miúdos com farinha de mandioca. No dia seguinte notei que o jaboti tinha me feito um favor. A sua fuga evitou que eu carregasse uns cinco quilos por vários quilômetros e me enfraquecesse ainda mais. Parei e pensei na esperança. Sentei, olhei para o lado e avistei uma palmeira de tucum. Dentro dos cocos os bichinhos devem ter sentido a morte se aproximar. Para eles a esperança morreria em seguida.
Sentir fome não uma coisa boa. Faz a gente parar de raciocinar. Faz nossa cabeça doer, nossa vista desfocar, nossa barriga roncar. Ela judia, enfraquece.

Postado por Nei Costa, em 11:01 AM
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Ah!
Quem foi que disse o quê...cadê a interrogação...não achei!

Postado por Nei Costa, em 10:51 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 18, 2004

Exórdio(comecei a recuperar algumas coisas)
Até aquele momento não tinha pensado em como começar a escrever uma história que estava encravada no centro da minha cabeça há muitos anos. Não sabia se começava pelo começo, pelo meio ou pelo fim. Mesmo depois de muitas leituras as dúvidas emergiam e me deixavam enclausurado numa bolha sem as condições necessárias para escrever o que pensava.
Os nomes, os lugares, as cenas, enfim, todo o enredo estava bastante claro. Mas como começar a por no "papel"? Alguns amigos me davam alguns toques e orientações. Outros cobravam uma informação mais precisa.
Então, chegou o dia em que comecei a expor as minhas dúvidas, contradições, adesões e certezas. Como num passe de mágica notei que tudo era muito simples: bastava eu pegar um pedaço de papel, uma caneta e começar a escrever. Fui à luta e corri contra o tempo para conseguir as duas peças que me faltavam para começar a escrever a história. Mas onde encontrar o papel ideal e a caneta certa?
É...foram anos de sofrimento. Dias de temor por perceber que o tempo estava passando e eu ainda estava parado, notando apenas que envelhecia, enquanto o tempo se rejuvenescia.
As lembranças de Apoteri, Surama, Korupukari, Anai, Georgetown, Dominica, Martinica e outros lugares era constante. As coisas que aconteceram, as personagens, as aventuras, a fome, o medo, a coragem, a morte e a vida seriam as partes integrantes. Precisava de tranqüilidade, de liberdade, de concentração. Precisava de solidão.
Tudo o que estava acontecendo me transportava para uns 25 anos antes. Garotão esperto, cheio de vida e tão perto da morte. Drogas, mulheres, futebol, gandaia. A rotina não era das melhores.
Alguns nomes surgiram, mas as imagens começam a se desfazer com o tempo. Lembrar das pessoas que conviviam comigo não era uma tarefa fácil. A maioria está morta.
As passagens da vida são interessantes e hoje vale recordar porque serviram de experiência. As decisões tomadas foram acertadas. Me deram oportunidade de conhecer alguns lugares do Brasil e do mundo, novas culturas e pessoas.
Não dá para esquecer o dia da partida. Afirmei para a pessoa mais amada que um dia voltaria e que ela se orgulharia do filho. Foi terrível o sentimento, mas estava na hora de tomar um rumo diferente para a minha vida. Não dava para continuar enganado as pessoas e a mim mesmo. Não dava para continuar correndo riscos desnecessários. Não dava para continuar levando uma vida sem definição, sem objetivo, sem criatividade. Não dava para continuar trancado dentro de um compartimento onde só aconteciam coisas previsíveis. Era estranho, mas sabia de tudo isso. Só demorei um pouco para tomar decisões pensadas.
Aquele era um período pós viagens pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia. O problema é que nessas idas e vindas eu sempre buscava coisas parecidas com as que eu tinha em São Paulo.
Decidi, então, que estava na hora de mudar o sentido das coisas. Peguei a mochila e resolvi fazer uma viagem mais longa. Quando abri os olhos estava em Porto Velho preparando-me para a minha primeira viagem de barco. Tudo era estranho e confuso. No meio de galinhas, porcos e coelhos centenas de pessoas amontoadas em redes. A superlotação era clara e evidente. O risco de um acidente também. A comida era ruim, com pedras e baratas.
Ao chegar em Manaus tive que ser levado às pressas para o hospital. Uma virose intestinal me atacou. Depois de recuperado fui para a barreira da BR-174 e consegui uma carona para Boa Vista. Naquele momento começou a maior aventura da minha vida.

Postado por Nei Costa, em 3:01 PM
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Domingo, Fevereiro 15, 2004

Dois lados
Quem disse isso e sobre quem ele falava?
"Estivemos com ele em Nova Iorque, Paulo e eu. Ele me pareceu uma pessoa muito cool, muito together, muito na dele. Discutimos a sociedade alternativa no Brasil, e uma hora, notando o meu nervosismo e a minha ansiedade, ele disse para eu relaxar, porque a gente estava em Nova Iorque e não na terra da paranóia".

Postado por Nei Costa, em 11:37 AM
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O Bicho
Atrás da parede mora um bicho
Com um corpo todo branco
Como um ao desmaiar.
Como um olho ao desmaiar.
Depois que passou das cinco horas
Põe a cabeça de fora
Pra poder cuspir na lua.
Só vai embora quando o sol vem tropeçando
Num cuspe preto que se chama escuridão.
A boca seca duas cervejas resolvem: uma pra matar a sede,
Outra para urinar melhor.
Escova o dente e vai pra cama tranqüilo
Por ter cumprido o destino
Que não pode arrenegar.
(Ibanez)

Postado por Nei Costa, em 11:37 AM
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Ainda GG
Acquiring the Taste, de 1972, o segundo LP do Gentle Giants é um dos melhores feitos pelos irmãos Shulman. Uma mistura de rock, jazz e música clássica. Música progressiva de primeira qualidade.

Postado por Nei Costa, em 11:36 AM
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Propaganda do Pasquim
"Ei, turma! O Pasquim é o melhor jornal careta do Brasil! Tão sabendo? Agora sem censura! Sexta feira nas bancas! Livre como um táxi."

Postado por Nei Costa, em 11:34 AM
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Jogos mentais
Nós estamos fazendo esses jogos mentais juntos, empurrando barreiras, plantando sementes. Fazendo e guerrilha mental, cantando o mantra "paz na terra".
Todos nós estamos fazendo esses jogos mentais para sempre, como uns druidas pirados levantando o véu, fazendo a guerrilha mental. Tem gente que chama isso de magia, de busca ao santo graal. O amor é a resposta, você sabe muito bem disso. O amor é uma flor que precisa deixar crescer. Então, continuem fazendo esses jogos mentais juntos, com fé no futuro, para além do momento presente. Ninguém pode derrotar os guerrilheiros mentais. Um lugar absoluto nas pedras do seu pensamento. Sim, nós estamos fazendo esses jogos mentais para sempre, projetando nossas imagens no espaço e no tempo. O sim é a resposta e vocês sabem muito bem. Sim é renúncia e vocês precisam se entregar a isso.
Então continuem fazendo esses jogos mentais juntos, fazendo a dança ritual sob o sol. Milhões de guerrilheiros mentais colocando a força de seus espíritos na roda kármica. Continuem fazendo esses jogos mentais para sempre, fazendo crescer o espírito de paz e amor. Quero que vocês façam amor e não guerra. Sei que vocês já ouviram isso antes.
John Lennon

Postado por Nei Costa, em 11:33 AM
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Sábado, Fevereiro 14, 2004

Pesquisa
A partir de 1970 alguma coisa aconteceu e modificou o sistema de comunicação mundial, leia-se rádio, TV, música, jornal...
Protestos, paz, denúncias, liberdade de expressão parecem ter sido abolidos da vida comum dos mortais comuns não só no Brasil, mas no mundo. Não sei se estou entrando num campo amplo demais, mas alguns fatos mostram que a idéia merece ser estudada com atenção.

Postado por Nei Costa, em 12:56 AM
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Na tela
O Festival da Paz aconteceu em 13 de setembro de 1969 em Toronto, Canadá. Na época vários festivais de música eram realizados para tentar promover a paz. A guerra fria estava no ápice e os Estados Unidos teimavam em manter soldados no Vietnã, numa luta sem motivos.
Em Toronto milhares de pessoas se reuniram para prestigiar um show com vários nomes da música mundial, como Little Richard, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Bo Didley e John Lennon, acompanhado de Eric Clapton, Klaus Voorman e Alan Withe. Foi uma das primeiras formações da Plastic Ono Band.
Lennon só aceitou participar do festival poucos dias antes, já que não havia conseguido reunir os Beatles para tocar. Meses depois foi anunciado a fim do grupo.
Nessa apresentação Lennon tocou pela primeira e única vez ao vivo a música Yer Blues. O lado místico do show foi a participação de Yoko Ono. Muitos não conseguiram compreender a mensagem dos gritos, gemidos e uivos que ela soltou nas duas músicas que "cantou".

Postado por Nei Costa, em 12:40 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004

Trabalho perdido
Os melhores técnicos estão tentando recuperar os arquivos que eu tinha. Segundo os caras, deu pau no processador, na placa mãe e no HD. Todo o trabalho de mais de um ano foi para as cucuias. Infelizmente não tinha nada arquivado em cd. Boa parte do livro se perdeu. Os técnicos dizem que a esperança morre por último, mas como o tempo passa e nada se resolve estou reiniciando todo o processo. As escritas vão demorar um pouco mais a chegar na tela (do) Avery's computer. Se a segunda versão é sempre melhor que a primeira é esperar para ver a segunda como se fosse a primeira.

Postado por Nei Costa, em 8:55 PM
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Para continuar


Postado por Nei Costa, em 8:36 PM
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Terça-feira, Fevereiro 10, 2004

Números
Seguindo a dica do Even Darker, aqui vão os números de uma tal verba indenizatória que os deputados receberam da Câmara Federal apenas no mês de janeiro: Suely Campos(RR) R$ 11.494,77 - Luciano Castro(RR) R$ 8.695,47 - Alceste Almeida(RR) R$ 11.936,00 - Almir Sá(RR) R$ 16.553,70 - Maria Helena(RR) R$ 4.280,22 - Pastor Frankembergen(RR) R$ 12.887,99 - Rodolfo Pereira(RR) R$ 11.884,04. Esse dinheirinho é para gastos com combustíveis, aluguel de imóveis para escritório, lubrificantes, hospedagem, alimentação, etc.. Do jeito que o Brasil está nadando em dinheiro, nada mau. Imagine se calcularmos os valores gastos com os demais parlamentares(interrogação)

Postado por Nei Costa, em 4:15 PM
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Não dá para entender
Quem mora em Roraima sabe das dificuldades que tem para tentar entrar numa das áreas indígenas homologadas pelo governo, no caso a Reserva Ianomami. Sou favorável a esse procedimento, desde que seja colocado em prática para todos. Na área Raposa/Serra do Sol, mais precisamente na maloca de Maturuca, é praticamente impossível a entrada de pessoas estranhas. O que me incomoda é que muitos discursos falam de internacionalização da Amazônia e eu teimo em acreditar, pela forma como propagam a infomação.
O problema é que quando a Polícia Federal detém dois estrangeiros com visto de turista trabalhando na área, quando para brasileiros isso é proibido, alguma coisa está errada. Qual órgão é responsável pela autorização, pois tenho interesse em acompanhar as atividades que são realizadas no local, saber um pouco mais da cultura e ver, de perto, como é o trabalho de catequização que a Igreja impõe sobre os índios da região. Afinal, catequizar não é impor uma cultura diferente a um povo(interrogação).

Postado por Nei Costa, em 10:39 AM
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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004

Por falar em bandas...
Ouvir com atenção o Álbum Branco pode nos mostrar a diversidade musical dos Beatles. Nele, eles tocam desde reegae, folk, baladas e psicodélicas, até metais pesados como em Every Body is got something to hide, except me and my monkey. Muitas obras deles ainda continuam atuais mesmo depois de 40 anos da conquista.

Postado por Nei Costa, em 11:45 AM
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Viagem
Muito bom entrar em alguns blogs e verificar que muitas coisas boas do passado, na área musical, ainda são lembradas. O mais interessante é que alguns, talvez, ainda não fossem nascidos no apogeu das bandas. Avery cita Gentle Giants, entre outros, Even Darker fala de Yearbirds, Cream e até mesmo Dirty Mac, uma banda formada pela nata (não do Cream) que surgiu e sumiu sem deixar muitois vetígios.

Postado por Nei Costa, em 11:34 AM
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Terça-feira, Fevereiro 03, 2004

Será?
Jornalismo, Propaganda e Publicidade juntos tudo bem. Direito no meio disso tudo eu ainda tenho que pensar. Questão de emoção ou apenas frieza? Não sei.

Postado por Nei Costa, em 7:24 PM
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Festas
O Brasil é um país de festas. Nem bem acabaram os festejos de Natal e ano novo o que vemos são festas para todos os gostos e maus gostos. Aniversário de Sampa, Festival de Verão na Bahia, Recife, São Luís, entre outros, além dos preparativos para o Carnaval. Também tem festa de político no Congresso Nacional. Ganham uma "bagatela" para dar um quarto de expediente e se aprimorar na arte de roubar. A chuva tá fazendo "festa" em vários Estados, mesmo naqueles onde o homem pede ancarecidamente que uma gota d' água caia para molhar a terra e propiciar o feijão de cada dia.
O engraçado é que em todas essas "festas" os oportunistas da desgraça ou da graça ficam à espera da brecha para arrecadar algum fundo para sua causa própria.

Postado por Nei Costa, em 7:19 PM
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