Quinta-feira, Maio 26, 2005
Morcego negro
Acabei de comentar e em seguida consegui abrir o editor.
A amiga Zanny pediu, então......
Janis Joplin. Lembrei dos tempos de Sampa, principalmente quando estreou Janis era assim no cine Metro da avenida São João. Eu até quis ter um Mercedes Benz.
Mercedes Benz
Senhor, por que você não me compra um Mercedes Benz?
Meus amigos todos dirigem porsches e eu preciso compensar.
Trabalhei duro a vida toda, sem ajuda de amigos.
Então Senhor, por que você não me compra uma Mercedes Benz?
Senhor, por que você não me compra uma TV a cores?
Pedindo dinheiro, eu tento me encontrar, mas espero pela entrega cada dia até as três.
Então Senhor, por que você não me compra uma TV a cores?
Senhor, por que você não me compra uma noite na cidade?
Eu estou contando com você, Senhor. Por favor não me deixe na mão.
Prove que você me ama e pague a próxima rodada.
Então Senhor, por que você não me compra uma noite na cidade?
Quarta-feira, Maio 18, 2005
Questionário literário
O convite partiu de três pessoas. Duas delas conheço pessoalmente. Avery é um grande cara e amigo, tal qual Luiz Valério. Vitor ainda não conheço, mas cosidero amigo também. Então fazer o quê: responder. Um convite desses caras é uma ordem.
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Alguns, mas pela situação A Metamorfose de Franz Kafka.
Já alguma vez ficaste perturbado por um personagem de ficção?
Com quase todos os habitantes da cidade de Macondo, em Cem Anos de Solidão.
O último livro que compraste?
Sujeito: O Lado Oculto do Receptor, diversos conferencistas.
Qual o último livro que leste?
Utopia (Thomas Morus); O Príncipe (Nicolas Maquiavel).
Que livro estás a ler?
A sabedoria da China e da Índia, de Lin Yutang.
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
À princípio pensei em alguns que mostrassem como viver numa ilha deserta, tipo dicas de sobrevivência. Mas como penso que não é esta a situação, aqui vai: Pelos caminhos da minha vida, de A.J. Cronin; Ulisses, de James Joyce (já tentei várias vezes); Cem Anos de Solidão, de Gabriel García-Márquez (sempre bom reler); Assim falou Zaratustra, de Friedrich Nietzsche; A Misteriosa Chama da Rainha Loana, de Umberto Eco.
A quem vais passar este testemunho (5 pessoas) e porquê?
Muitos já responderam, mas estou curioso para saber quais os títulos preferidos dos amigos Lúcia Araújo (Brilho no Breu), Rah (Blog da My Girl), Israel Barros (apesar do Cabuloso Destino estar com problemas), Cláudio Costa (Pras Cabeças) e Vandré Fonseca (Tambores).
Sexta-feira, Maio 13, 2005
Regras
Nós temos uma constituição
Nós temos regras a seguir
Temos uma pátria a prezar
Mas onde está a instituição?
Temos uma revolução
Uma evolução e outra inovação
Vemos a destruição
Mas onde está a instituição?
Temos impostos a pagar
Temos taxas a quitar
Temos rombos a sanar
Para onde foi a educação?
Nós temos olhos
Nós temos cabeças
Então não se esqueça
Podemos ver
Podemos pensar
Então, para que sonhar?
Sexta-feira, Maio 06, 2005
Retrocesso
Durante alguns anos cheguei a pensar que as instituições democráticas de Roraima estavam mais fortalecidas, enraizadas e consolidadas. Me enganei! Os fatos que estão acontecendo nos bastidores políticos mostram que estão querendo instalar um regime autoritário, despótico, tirânico em Roraima.
Pode até parecer exagero, mas dias desses me ative na leitura de um projeto de Lei que, se aprovado, vai dar ao governador do Estado todo o poder necessário para fazer o que bem entende com a administração pública. Vai dar poderes para ele usar os recursos dos fundos previdenciários do servidor público, para fechar ou criar secretarias de Estado e para transferir funcionários a qualquer momento e hora, a seu bel prazer.
Caso o projeto seja aprovado, o governador vai poder administrar por decretos. Se isso acontecer não será necessária a existência de uma Assembléia Legislativa. Não vou me prolongar, mas Roraima corre o risco de ser o único Estado brasileiro a ter uma ditadura implantada como regime. Pior de tudo é que muitos deputados estão propensos a aprovar a lei. Só faltam definir as cirscunstâncias.